Ilha de Boipeba

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Ilha de Boipeba

A Ilha de Boipeba está inserida no Arquipélago de Tinharé, que compõe o município de Cairu, situado no Baixo Sul da Bahia. Cercada de um lado pelo oceano e de outro pelo estuário do Rio do Inferno, a ilha se destaca por uma rara beleza natural e grande diversidade dos seus ecossistemas. A ilha apresenta remanescentes da Mata Atlântica, extensas áreas de manguezais e praias de grande valor paisagístico. O ritmo da vida é calmo e tudo lembra o primitivismo de uma comunidade que há pouco mais de 10 anos vivia isolada, sem ao menos ter acesso à energia elétrica. Por ser um local de difícil acesso, Boipeba é bem preservada das ações antrópicas o que perpetua ainda mais suas belezas naturais.




Baía de Morerê

Após o café da manhã, sairemos em direção à minúscula vila de Morerê. Estradinha de areia, pequenos morros, mata baixa e dendezeiros. O Dendê era, além da pesca, a maior riqueza da ilha e ainda está sendo comercializado em menor escala, apesar do preço baixo deste óleo tipicamente baiano. São cerca de duas horas até a baía de Morerê. A baía de Morerê é um paraíso de águas cristalinas, uma bela praia, com restos de recifes de uma época em que o mar ainda estava mais alto. Tempo para uma água de coco e imperdível banho de mar. Aqui podemos ainda comer um peixinho em um dos restaurantes simples ao lado da praia. Depois é só curtir o lugar à sombra de uma árvore, na praia ou na água. O caminho de volta passa por várias praias quase virgens - seguimos pela praia de Morerê até chegar à praia da Cueira através de um desvio pelo interior. No caminho atravessamos um riacho com todo o cuidado, para não ferir os pés nas ostras. A Praia de Cueira possui dois quilômetros de areia acompanhados de um imenso coqueiral. Feito isso, voltamos para Velha Boipeba. Total da caminhada - cerca de 4 horas.



Ilha de Velha Boipeba

Manhã livre para curtir a praia de Tassimirim, relaxar na areia e tomar um banho de mar. Na parte da tarde, visitaremos o povoado de Velha Boipeba. É uma vila simples e simpática de cerca 2900 pessoas, fundada pelos Jesuítas por volta de 1563. A praça central é na verdade um gramado com campo de futebol e uma árvore (Jamelão) de sombra em cada lado. É um lugar para bater papo à sombra do Jamelão ou fazer um jogo do bicho com o seu Jorge embaixo de outra árvore. À noite, o mesmo Jorge providencia música, onde pode pintar de tudo - reggae, axé e até sertanejo. Entramos na rua que dá acesso à antiga Igreja do Divino Espírito Santo, construída pelos Jesuítas em 1610. Seguimos o caminho, subindo o morro Alto das Pombas ao lado da vila. Um belo visual da vila, da barra do rio do Inferno, algumas praias e da ilha de Tinharé. De volta a vila, visitamos a casa de farinha, onde a família Regis ainda faz farinha de mandioca no método tradicional. Na volta para a pousada podemos ainda parar na casa do cabeludo Otavinho, mais uma figura da ilha, um colecionador de tudo o que se acha na praia e que pendura tudo na sua pequena casa. Se quisermos, podemos comprar também alguma peça.



Passeio de barco – Mergulho nas Piscinas Naturais – Praia de Bainema – Ponta de Castelhanos

Saímos de barco em direção às piscinas naturais de Morerê. Na maré baixa, pode-se fazer um delicioso mergulho nas piscinas, no meio dos recifes. O Caribe também é aqui. O barco segue costeando até a Ponta dos Castelhanos no sul da ilha. No caminho passamos pela praia de Bainema, uma das mais isoladas, onde entramos em harmonia total com a natureza. No fundo da praia temos a curiosa Mata de Bainema, um pedacinho da Mata Atlântica, com árvores centenárias. Lugar mágico e especial. Aqui, neste pedaço de natureza virgem, podemos ter certeza de não encontrar ninguém. Descemos do barco onde há uma embarcação espanhola afundada e fazemos uma pequena caminhada pela mata, atravessando-a até o Rio Catu, onde encontraremos novamente nosso barco e rumamos à Ponta dos Castelhanos. Logo depois, passamos pela barra do rio do Catu, onde. Aqui adentramos com nosso barco por uns 20 minutos, e, na volta, fazemos uma pequena caminhada pela trilha que vai do rio à praia de Bainema. Daí, seguimos navegando. Em seguida, a última praia, totalmente selvagem, o destino da nossa viagem. Assim que ancorarmos o barco, teremos uma pausa para lanches, água de coco e banho num mar calmo e cristalino, longe de tudo e todos. Ficamos algum tempo curtindo este paraíso e voltamos no final da tarde para Velha Boipeba.



Passeio de Canoa pelo Manguezal

Saímos da praia de Boipeba numa canoa de tronco de madeira, destas usadas pelos pescadores locais. A canoa desliza levemente por um dos braços do Rio do Inferno em direção ao oeste. Esta região é recortada por vários canais do rio e algumas das ilhas têm meandros, que nos permitem atravessar para o outro lado durante a maré cheia. A vegetação é de mangue branco e vermelho de baixa altura. Nas passagens pelas ilhas, a canoa desliza por verdadeiros túneis formados pela vegetação e que se fecham por inteiros por cima do caminho estreito. O canoeiro precisa usar toda a sua experiência para guiar a canoa sem encalhar nas inúmeras raízes do mangue. Observamos os milhares de aratus, crustáceos que vivem nos galhos no período de cheia. Quando a canoa fica parada, podemos ouvir os ruídos destes bichinhos andando pela madeira dura do manque. No meio do passeio, uma pequena pausa numa prainha para esticar as pernas e após pouco mais de duas horas estamos de volta à vila.




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