Butão

Butão

O Butão fica na Ásia, entre a China e Índia, escondido entre as montanhas que formam a cordilheira do Himalaia. A capital Thimphu fica a 2.320 metros de altitude. Com apenas 38.394 quilômetros quadrados, mais de 70% deles cobertos por belas florestas, o país tem uma população de apenas 700.500 habitantes. Constantemente avaliado como um dos países mais felizes do mundo, a explicação pode estar na simplicidade do povo, na sua rica herança cultural ou nos preceitos do budismo, religião seguida pela maioria da população. As imagens de serenos monges são tão características do país como seus inúmeros templos. Mas nenhum é mais impressionante do que o monastério Taktshang, o Ninho do Tigre, encravado em um penhasco há mais de 3.000 metros de altitude. Tanto esta construção, como toda a arquitetura encontrada no Butão é deslumbrante. Os prédios e casas são erguidos de madeira e taipa apenas encaixadas, sem a ajuda de pregos. As pinturas que revestem as casas são verdadeiras obras de arte, com destaque para as rodas da sorte e os dragões, símbolos do país.




Melhor época - Março a Maio e Outubro a Novembro


Chimi Lhakhang

Templo construído em 1499, pelo lama Drukpa Kuenley, deus da fertilidade, também conhecido como divino homem louco. O guru seguia sua própria filosofia, que incluía bebidas e mulheres. Turistas e butaneses com problemas de fertilidade costumam visitar o templo para receber a benção do lama. Quem engravida deve voltar ao local com o filho e batizá-lo com o nome do deus. A principal representação do lama é um pênis. Sua imagem pode ser vista em todo o Butão, nas fachadas das casas e prédios comerciais. Acredita-se que a imagem protege os moradores da casa do mau e evita brigas na família.



Escola de Artes

Instituto Nacional de Zorig Chusum, também conhecida na cidade como Escola de Artes, funciona sob o comando do Instituto Nacional de Formação Técnica e oferece cursos de artes e ofícios tradicionais do país. Turistas podem visitar a escola e assistir parte das aulas ministradas. Podem também comprar alguns dos trabalhos produzidos pelos alunos na pequena loja do instituto.



Hospital de Medicina Tradicional

Fundado em 1988 é também conhecido por Instituto Nacional de Medicina Tradicional. Aqui funciona um enorme laboratório voltado para pesquisa e elaboração de medicamentos que se baseiam em ingredientes naturais como plantas, minerais, ervas e partes de animais. As receitas são preparadas de acordo com as praticas ancestrais. Além do laboratório, há também uma clínica para diagnóstico e tratamento tradicional, um pequeno museu e uma loja aonde é possível comprar produtos como o Tsheringma, um tradicional chá de açafrão.



Kichu Lhakhang

Um dos templos mais antigos do Butão, foi construído sob uma pequena estrutura em meados do século 7 pelo rei tibetano Songtsen Gampo. Cresceu ao longo dos anos e foi visitado por diversas santidades e importantes budistas como o Guru Rinpoche. Atualmente o templo guarda diversas relíquias como uma estátua original do próprio século 7 de Jowo Sakyamuni, uma das imagens mais sagradas do budismo.



Memorial Chorten

Uma das principais atrações da cidade de Thimpu, o Memorial Chorten (Chorten são pequenos templos, sem portas ou janelas, construídos para abrigar imagens de Buda e relíquias religiosas) foi construído em 1974 em memória do terceiro rei, Jigme Dorji Wangchuk, popularmente considerado como "pai do Butão moderno". A construção com quatro andares é toda branca e tem arquitetura típica butanesa, com telhados trabalhados à mão. É um importante local de culto para a população de Thimpu e de outras cidades butanesas.



Monastério Taktshang

Conhecido também como Tiger´s Nest (Ninho do Tigre), é o monastério mais famoso do Butão. Foi erguido em 1692 sob a liderança do Guru Rinpoche, guia espiritual dos butaneses, e introdutor do budismo no país, no século 8. Para alcançar o monastério, incrustado no penhasco a 3.120 metros de altitude, 700 metros acima do vale de Paro, são necessárias aproximadamente 2 horas de caminhada. O Ninho do Tigre abriga 7 templos, todos eles abertos para visitação. É um local de peregrinação e meditação para budistas de todo o mundo.



Museu do Patrimônio Folclórico

Estabelecido em 2001, o museu destina-se a exposição do estilo de vida típico butanês e dos artefatos utilizados pelas famílias rurais. Além de mostras de objetos domésticos típicos, ferramentas e equipamentos em geral, o museu organiza também demonstrações das tradições, habilidades, hábitos e costumes rurais. Arvores e plantas nativas que possuem uso doméstico tem sido cultivadas no museu, numa tentativa de manter vivo o conhecimento indígena sobre o uso dos recursos naturais do país.



Museu Nacional do Butão

O prédio original de 6 andares foi construído em 1656, mas foi convertido em museu somente no ano de 1968 pelo terceiro rei, Jigme Dorji Wangchuck. Seu acervo inclui thangkas (arte sacra), relíquias religiosas em prata e bronze, pinturas, armas, animais embalsamados, moedas e selos antigos, vasos, potes e outros objetos históricos. Também abriga fotografias e objetos que lembram os anos de monarquia absolutista do país.



Museu Têxil

O Museu Têxtil do Butão foi fundado em 2001 por Ashi Sangay Choden Wangchuck, a mais jovem das quatro esposas do quarto rei, Jigme Singye Wangchuck e abriga a coleção de roupas usadas pela família real desde 1907. Na entrada, o turista pode assistir a um vídeo institucional, que conta um pouco da história do Butão e mostra tradições e costumes do país. O prédio conta também com uma loja de artesanato que vende alguns dos trabalhos manuais mais requintados do país. A loja tem "kiras" (vestimenta feminina típica do país), "ghos" (roupa masculina), toalhas de mesa, almofadas e cobertores.



Paro

Segunda maior cidade do país, com população estimada em 20.000 habitantes, Paro abriga o único aeroporto do Butão, e portanto é a porta de entrada e saída do país da felicidade. A 2.250 metros acima do nível do mar, o vale de Paro é um dos mais belos do país e seus habitantes o descrevem como o mais fértil de todos. A cidade possui grande importância histórica e abriga vários dos principais atrativos turísticos do Butão.



Paro Rinpung Dzong

Sua construção se iniciou em 1644, mas somente em 1646 foi consagrado como Dzong. Dentro do forte se encontram templos, centros de reza, biblioteca e escritórios do governo distrital de Paro. Sua torre de madeira é considerada a mais bela de todo o país e o forte como um todo é hoje considerado um dos melhores exemplos de arquitetura do Butão.



Punakha

é o centro administrativo do distrito de Punakha e foi a capital do Butão até 1955, quando foi mudada para Thimpu. Ao contrário de Thimpu, Punakha não é tão fria no inverno e é quente no verão. Está a 1.200m acima do nível do mar e o arroz é o principal produto cultivado.



Punakha Dzong ou Pungthang Dechen Phodrang ("Palácio da grande felicidade"),

está localizado na confluência dos rios Pochhu e Mochhu e foi a segunda fortaleza a ser construída no país, em 1637. Foi ali que o primeiro rei do Butão, Ugyen Wangchuk foi coroado em 1907, e serviu de sede do governo até o reinado do segundo rei, Jigme Wangchuck. O prédio foi danificado por incêndios, inundações e terremotos por 6 vezes, sendo reconstruído em todas elas seguindo suas características originais. Hoje é uma das obras arquitetônicas mais belas e mais bem preservadas do país, com pátios, corredores, monastérios, portas de madeira, pinturas e pedrarias que certamente valem a visita.



Tashichho Dzong

Construído em 1641, é um dos mais importantes edifícios do governo no Butão, e principal Dzong de Thimpu. Seu uso é dividido entre a parte religiosa e o poder político administrativo, que abriga o escritório do rei, ministros e a Assembléia Nacional. O Dzong é protegido pelo exército butanês e pela polícia, e turistas somente podem visitar a parte religiosa do local. Sua impressionante estrutura conta com um imenso pátio rodeado por grandes templos budistas. É ali também que acontece anualmente, a cada outono, o festival de Thimpu que homenageia "Padmasambhava", o deus nascido de uma flor de lótus e considerado como um segundo Buda, tendo viajado por todo o Tibet estabelecendo a religião budista.



Thimpu

Foi nomeada capital do Butão em 1961 (anteriormente a capital era Punakha), mas a cidade era tão pacata que os primeiros veículos começaram a chegar somente por volta de 1962. Thimpu manteve seu aspecto rural até o final dos anos 70 e sua população só começou a crescer a partir dos anos 90, chegando atualmente a 90.000 habitantes. Thimpu é a única capital no mundo a não possuir sinais de trânsito. Um deles foi instalado a alguns anos atrás, mas os moradores reclamaram, dizendo que aquilo era impessoal e feio, e o mesmo foi removido dentro de poucos dias. Até hoje o tráfego continua a ser coordenado por policiais localizados no inicio e no final da rua principal da cidade.



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