Expedição Jalapão

Jalapão


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Jalapão - Expedição de Rafting e Trekking no Jalapão - Travessia do Jalapão
8 dia(s) - Saída(s): 12/10/2019 - A partir de R$ 5.470,00

“Expedição Jalapão”

O Jalapão é um dos últimos lugares do Brasil onde o turismo está apenas começando, e onde a natureza ainda é praticamente virgem. Situado no estado do Tocantins, a cerca de 300 km a leste da capital, Palmas, o Parque Estadual do Jalapão impressiona com seus 34 mil km² de paisagens quase intocadas. Rasgado por rios de águas cristalinas, praias fluviais de areias claras, cachoeiras, dunas, chapadões e cerrado a perder de vista.

O sol ferve a mais de 30 graus praticamente durante o ano todo, tingindo a natureza de dourado e possibilitando aos afortunados viajantes uma semana com garantia de bom tempo, mas é somente entre junho e setembro que acontece a mais completa expedição organizada comercialmente no Brasil: "Expedição Jalapão".

Embarque no caminhão “Mamute” para uma confortável e bem planejada aventura pelo interior do Tocantins. Você irá se surpreender com a logística desenvolvida ao longo dos últimos 15 anos envolvendo acampamentos, mantimentos, cozinha e alimentação requintada, cuidados com meio ambiente e todos os equipamentos especializados para uma prática singular de rafting em um rio de águas potáveis. Tudo acompanhado de uma equipe de instrutores que são deslocados de diversas partes do Brasil e possuem a qualificação técnica necessária para garantir a viabilidade do roteiro dentro dos padrões internacionais de segurança e certificação da ABNT/IMETRO no programa “Aventura Segura” do Ministério de Turismo.

Estrutura

Caminhão

O caminhão Mamut é a alma desta expedição. Um veículo 4 x 4 adaptado para transportar até 19 participantes em bancos reclináveis, ele foi totalmente planejado para acondicionar milimetricamente quase uma tonelada de equipamentos que proporcionam o máximo de segurança e conforto para os participantes: Botes infláveis, remos, coletes, capacetes, utensílios de cozinha, mantimentos, lenha de reflorestamento para fogueiras, barracas, bagagens pessoais e até mesmo um sanitário químico portátil para garantir a sustentabilidade ambiental e prover conforto em meio a um ambiente inóspito e muito bonito! 

Rafting

A atividade de rafting pode ser praticada de forma esportiva ou recreativa. O rafting comercial surgiu no Brasil no começo dos anos 90 e a Venturas Viagens foi uma empresa pioneira neste assunto por aqui. Derivado da pratica de canoagem, consiste basicamente em descer corredeiras em botes de borracha infláveis. Massimo Desiati (detentor de títulos brasileiros e sul-americanos em águas rápidas), é o responsável por toda estruturação e operação deste rafting de 3 dias de duração que acontece no Jalapão. Todos os equipamentos necessários, bem como toda logística de transporte dos mantimentos e utensílios ficam a cargo de nossa organização. A equipe de instrutores profissionais é deslocada para viver no Tocantins durante os 3 meses da temporada e o rafting no Rio Novo foi uma das primeiras atividades de aventura que obteve selo de qualidade da ABNT/IMETRO, dentro do programa Aventura Segura do Ministério do turismo.

Acampamento

Os acampamentos são em locais estratégicos e contam com um planejamento prévio bem detalhado, uma vez que alguns deles são em locais de pura natureza, sem poder contar com nenhuma estrutura fixa. A alimentação vem sendo elogiada por todos os participantes que em geral ficam surpresos com a variedade e qualidade gastronômica da viagem. Além das barracas, cadeiras, mesas, utensílios, lampiões, fogareiro e todos os demais itens necessários para prover o máximo de conforto onde não existe estrutura, existe uma preocupação rigorosa com a sustentabilidade ambiental e para tanto, são providenciadas madeiras de reflorestamento para as fogueiras da noite, que por sua vez são feitas sobre uma chapa especial de metal e de uma peneira que garante a limpeza da areia ao término do fogo. Também deve ser destacado a presença de um sanitário químico portátil que acompanha o grupo e garante um impacto praticamente nulo no meio ambiente.

Melhor época

Junho a Agosto - Especificamente para quem pretende participar das expedições, tem de se programar para viajar nos meses de junho, julho ou agosto, mas a rigor o Jalapão pode ser visitado o ano inteiro, lembrando que entre maio e setembro os dias e as noites são claras e as chances de chuva praticamente nulas e que entre novembro e fevereiro a capa de chuva é indispensável.

Sugestão Venturas - Aproveite o fato de que todos os voos para Palmas possuem escala ou conexão em Brasilia, e estique suas férias ficando mais alguns dias na mística e bela Chapada dos Veadeiros.


Depoimentos de pessoas que viajaram com a Venturas


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"Acabei de voltar de Palmas e to aqui pra agradecer pelo atendimento e atenção.
Foi tudo absolutamente perfeito desde o momento em que desci no aeroporto até vir embora.
Apesar de sozinha no tour, nao me senti descuidada nem solitária em nenhum momento, pelo contrário, me senti em uma viagem com amigos.
Toda a estrutura da korubo é sensacional e é lindo de ver como os funcionários amam o Jalapão e o que fazem.
Por favor envie essa mensagem para o pessoal da #korubo pois é importante pra mim que todos saibam como esses dias foram especiais graças a eles.
Um abraço especial para meu guia Rogério, os gêmeos W1 e W2, Manoel que é uma pessoa muito iluminada, o pessoal do acampamento (Romário, Johnny, Mauro e Wilson), e os motoristas Romário e Josevaldo.
E claro meu muito obrigada a você (Mariane) pelo atendimento e por todo o resto.
Com certeza terá minha indicação sempre que possível.

Um abraço,
Adriana..."

Adriana Silva Reis

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"Só tenho elogios em relação a essa viagem. A equipe da Korubo é nota 1.000, todos muitos atenciosos e solícitos. O tempo ajudou, fez sol todos os dias.

Mesmo com o meu dedo do pé quebrado consegui fazer muitas atividades, só não pude fazer a trilha até a serra, mas ficou um guia no camping, que me levou para fazer uma trilha menor, que dava para uma praia. Sem palavras para falar da comida, não dava tempo sentir fome, era muita comida e deliciosa, feita com muito carinho pela equipe da cozinha.

Já estamos pensando numa viagem para o carnaval do ano que vem, aceito sugestões. Agradeço muito o seu atendimento também, você foi nota 2.000 em todos os aspectos.

att,

Lucia..."

Maria Lucia

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"Em 1º lugar gostaria de agradecer a Venturas por nos proporcionar um passeio incrível, estivemos no Jalapão no feriado de 7 de setembro e tudo foi maravilhoso tudo certo conforme combinado recepção no aeroporto hotel, a empresa que ficamos no Jalapão Korubo nota 1000 pessoal que trabalha na empresa maravilhosos.

O que dizer do Jalapão resumindo o Jalapão é bruto rsrs esse é o termo usado pelos locais e define muito bem o local ele é bruto porém lindo, para quem gosta de contato com natureza e pessoas esse é o lugar,ficamos em um grupo de pouco mais de 20 pessoas e deu muito certo, pois como lá não tem sinal de telefone nem internet o grupo acabou interagindo muito, conversamos uns com os outros coisas que para quem mora em cidade grande como eu em SP as vezes até esquecemos do que é parar para conversar, principalmente com que nem se conhece.

Achei a experiencia maravilhosa, voltei muito cansada porém renovada alma lavada!

Os lugares são de difícil acesso estradas muito ruins, mas todo sacrifício é valido quando se chega no objetivo como a cachoeira do formiga uma das mais belas do Brasil, com uma cor ou melhor sem cor transparente nunca vi nada igual em cachoeira, o por do sol nas Dunas espetacular e o fervedouro um espetáculo a parte não da vontade de sair .
Mas escrevendo não da para expressar tudo de bom que se passa e vê por lá só indo mesmo!

Valeu Venturas!!! ..."

Juliana Moreno Cosentino

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"Foi inesquecível. A região é realmente belíssima, como esperávamos, mas o mais legal foi contar com a expedição. A equipe de guias que nos acompanhou era ótima: divertidos, competentes, sempre solícitos e atenciosos, excelentes profissionais. Nos deixaram muito seguros em fazer esse tipo de aventura com uma criança de dez anos. Acampar virou um luxo com a Venturas, quero ver a gente conseguir igualar nosso macarrão ao cardápio dos guias!

Viajar no Mamute e fazer o rafting deixaram essa viagem ao Jalapão ainda mais especial, vamos nos lembrar para sempre dessa aventura e certamente estará entre as melhores viagens que já fizemos.

Agradecemos, mais uma vez, toda a ajuda e colaboração de vocês e em especial do Jota, para que pudéssemos realizar esse sonho.

Muitíssimo obrigado!
Celina, Marcelo e João...."

Celina, Marcelo e João

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"Vivenciei dias incríveis no jalapão, sem dúvidas uma das melhores viagens que já fiz.
É um grande privilégio poder conhecer locais tão preservados. O jalapão é indescritível! É inimaginável em meio ao serrado nos deparar com paisagens como o fervedouro ou o rio formiga. Sem dúvida é uma região com grandes surpresas.

Tive a oportunidade de conhecer um dos últimos rios de água potável remanescentes, avistar diversos tucanos, araras-canindé e até mesmo um pequeno grupo araras-azuis. Esta é uma imagem que não vou esquecer tão cedo.

É encantadora a paixão dos guias por seu trabalho e pelo Jalapão. A preocupação constante com o impacto mínimo possível motiva reflexões sobre nosso papel na preservação ambiental. E inspirador ver como pequenas atitudes fazem grandes diferenças.
Fui sozinho para expedição voltei com uma porção de novos amigos! O grupo foi sensacional!
Não poderia ter sido melhor!
Uma experiência incrível, transformadora!
Obrigado e até a próxima viagem!
..."

Bruno

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"A viagem foi simplesmente SENSACIONAL!!! Os locais são lindos e a programação é muito bem planejada, vou me ater às outras experiências:

Super feliz e realizado, minha filha (10 anos) está em êxtase!!! No final foi difícil de ela entender que tinha acabado, "amadureceu"... ficou mais desenvolta, mais cooperativa, mais independente, mais confiante.

Um dos pontos mais importantes que faz esta experiência ser INCRÍVEL é justamente a equipe que nos acompanha, a equipe supera as expectativas justamente por fazer tudo com AMOR, coisa que é impossível de se ensinar em um treinamento.

A equipe foi EXTREMAMENTE cuidadosa com todos os expedicionários, principalmente com as crianças que inclusive choraram juntos na hora da despedida...isso é que é calor humano. Não tenho palavras para agradecer o que eles fizeram pela gente nesta expedição.

Visual e comida excelentes!!!

Só uma coisa a se atentar: Há de se gostar de natureza e de aventura para apreciar esta jornada!!!..."

Alcyr

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"Chegamos sábado (16/07) do Jalapão e não temos palavras para descrever a explosão de energia e alegria que esta viagem nos proporcionou... Simplesmente fantástica!

Os guias são extremamente profissionais, sabem receber e manter a expedição em sintonia. A preocupação com o bem estar de todos é constante!

Parabéns a toda equipe Venturas e até breve!

Forte abraço!

Verônica e família ..."

Veronica Oliveira

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"A Expedição foi ESPETACULAR!! A equipe que vocês tem lá é sensacional, todos eles, sem exceção, são muuuito bons, até parece um "dream team" da aventura! Parabéns mesmo, foi apenas a segunda vez que fiz uma viagem com vocês e surpreenderam-me novamente! - a primeira foi Chapada Diamantina.

Tudo, mas tudo mesmo foi ótimo! O lugar é um paraíso, as paradas muitíssimo bem escolhidas e as surpresas, surpreendentes! O cardápio e a qualidade das refeições estava excelente, graças, é claro, à equipe talentosa da cozinha. E um lugar era melhor q outro. Enfim, a experiência foi maravilhosa!

Quem sabe daqui a alguns meses envio uma seleção das fotos! rsrs e um relato mais detalhado.

Abraços,
Fábio Hirayama...."

Fabio Hirayama

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"Vanessa, tava mesmo querendo mandar um feed-back prá vcs...."

Maria Fernanda Moromizato

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"Saudações, caríssimos Jota e Daniella!!!!!

Eu comecei a escrever um e-mail ontem, mas tava difícil... Aliás, está!!! Qualquer descrição q eu venha a fazer será muito limitadora, diante da maravilha q foi esta viagem!!!! Desculpem a empolgação, mas ainda estou em estado de graça...eheheheh... Desde já peço desculpas se o e-mail for muito longo, mas eu nunca consigo segurar a empolgação, assim como nunca consigo engolir o choro!!

Poxa, eu tive a oportunidade de conhecer o trabalho dos meninos da 4 Elementos aki da base de Palmas, e dali já dava pra sentir como seria a expedição!!! E com certeza, não é a toa q é considerada a maior/melhor expedição de aventuras do Brasil!!! Sei que minhas palavras não farão jus, mas vamos lá:

Hospedagem:
Barraca com a frente voltada pro Rio Novo, com o reflexo da lua crescente na água, enorme, branca e iluminadissima, até ela se pôr lá pelas 3h da manhã... Telinha aberta na parte de trás da barraca pra apreciar o nascer do sol na praia dos buritis... Telinha no teto da barraca pro sabiá me acordar de manhã... Nenhum hotel cinco estrelas do mundo conseguiria fazer melhor!!!

Passeios:
* Pôr-do-sol na serra do gorgulho, com o maior buritizal do cerrado tocantinense ao fundo, com a pedra do mamute, e um grande presente: um casalinho de ararinhas azuis apreciando a paisagem!!

* Banho logo de manhã no Rio do Sono, que é pra tirar o nosso sono e nos prevenir de tudo de maravilhoso q ainda estava a nossa espera...

*Cachoeira da Formiga, com água azul piscina e uma mata multicor em volta, pra acolher e energizar!!!

*Nas Dunas infelizmente fiquei de fora do passeio, devido a dores no meu joelho!!

*A Serra do Espírito Santo, q entrou no trajeto devido a problemas (politiqueiros e ridículos do Naturatins, mas que com certeza serão solucionados em breve) com o pato mergulhão, tb é um lindo ponto turístico, mas do qual eu não desfrutei em razão do meu joelho! Mas foi maravilhoso ficar no caminhão ouvindo o Sid tocar a viola de buriti! Valeu a pena!

* Fervedouro fantásticooo, pra fazer a alegria da galera e nos deixar com um quilo de areia no traseiro!! Ah, e com um brinde extra: a presença da "Doutora", pessoa estimadíssima da Comunidade Quilombola Mumbuca, q pegou carona conosco até Mateiros e nos agraciou com sua sabedoria e presença de espírito!!

* E por falar em MUMBUCA... Deus, agradecida por me permitir vivenciar tudo isso!!! Como eu posso descrever a sensação de chegar a um povoado com mais de duzentos anos de história, ser recepcionada por todas akelas pessoas maravilhosas com uma apresentação de teatro e música, ao som de violas de buriti... E a fogueira q estava a nossa espera, ao final??? Com toda akela criançada, e a gente puxando trocentas brincadeiras de roda ("casamento", "o rei e a rainha", "ajoelha e apresenta"), e depois a rodinha e a cantoria... E no outro dia cedo, como é q um ser humano consegue segurar o choro, qdo todas as crianças q estavam lá te abraçam, uma por uma, e as meninas maiores, e as senhorinhas, todas dando tchau e cantando a música de despedida... É querer demais, de uma pessoa tão chorona como eu!!! Meu coração não aguenta!!!

*Rio Novo... O tão esperado, o melhor rio de corredeiras do Brasil, uma das águas mais puras q eu já conheci!!! O abrigo do pato mergulhão, de mtos outros bichos e acredito q a maior fonte de energia do Jalapão... Eu tive a grata oportunidade de conhecer o Jalapão há um tempo atrás, passeei pelas dunas, por vários outros pontos turísticos além dos que estavam em nosso roteiro, mas só qdo eu desci o rio nos botes, é q eu pude sentir!! Minha conclusão: nenhum outro local do Jalapas se compara, em termos de energia, beleza, força e esplendor, ao Rio Novo!!

Eu nunca tinha entrado em um bote na vida, nem sabia o que era rafting, até um (abençoado) mês atrás!! E de repente, eu tô na parte da frente do bote, remando feliz da vida (apesar do sol quente nas pernocas e da insolação), dando gritos e pulinhos (sentada, claro!) ao passar por cada corredeira... No remanso, a alegria de pular do barco e deixar as águas me levar (ruim foi só a mutuca q pousou no meu nariz e me fez sair da posição de corredeira, justo na hora q tinha pedra embaixo, daí ralei a perna inteira...rsrs)!!!

*Cachoeira da Velha... Diz a lenda q há mts e mts anos atrás, uma senhorinha foi lavar buriti ali perto, e daí a coitada se desequilibrou, caiu e morreu!! Em sua homenagem, batizaram a cachoeira com esse nome! Se é verdade ou não eu não sei, mas acho q de tanto contar essa história, eu tive pesadelo com a bendita dois dias antes de viajar, e ela vinha me assombrar pq eu ficava fazendo graça... Claro q minha primeira atitude ao chegarmos lá foi mandar pensamentos positivos pra véi... Ops!! Pra dona menina, que Deus a tenha!! Mas depois q o medinho passou, nós descemos do bote e caminhamos até a parte de trás da cachoeira...

A gente sente Deus bem pertinho de nós!!! Pelo menos eu senti, pq o magnetismo daquelas águas, toda a força que emana dali, só me deixaram ter um pensamento: AGRADECIDA POR TUDO, PAI DO CÉU!! Eu só consegui agradecer e chorar (sensação q ficou melhor ainda pq eu estava abraçada com uma pessoa especial pra mim)!!!

Noooossinhoraaaa... Indescritível, meus queridos Jota e Daniella!! Impossível sair dali sem estar transpirando felicidade, alegria, uma sensação de leveza e ao mesmo tempo de plenitude, como se o Amor Maior tivesse nos preenchido totalmente, afastando pra sempre todos os maus pensamentos e energias negativas!!! Eu sei que estou me estendendo na prosa, e peço desculpas por isso, mas como eu disse no começo, estou em estado de graça, e não quero q esse sentimento se acabe nunca mais!!!

*Por fim, sessão êxtase... As corredeiras mais mais... Q tuuudooo, descer o rio daquele jeito!!! Foi tão maravilhoso, tão empolgante, q após descer as três mais perigosas, eu comemorei demais e esqueci de firmar o pé no bote!! Daí adivinhem...ahahahahahahah

Nossos guias (monitor não pode, nem excursão, nem ônibus, nem barco, nem motorista. É guia, expedição, caminhão, bote e piloto!) nos deu todas as instruções: se caírem na água e não conseguirem segurar no bote ou na corda, fiquem na posição de corredeira e esperem o socorro chegar, mas com AKELE sorriso no rosto!!

Pois é... Na empolgação, justamente na última corredeira, voei pra longe do bote!!! Bebi só uns cinco litros de água, e como vi q o bote tava longe, segui as instruções, meio desesperada mas com um sorriso gigante no rosto, até o André Quarqué me salvar!! Daí foi só alegria...rsrs... Chegamos na prainha, nos abraçamos todos e começamos a cantar e pular, e acho q o medo, a adrenalina e as emoções foram tão fortes, q eu me acabei de chorar!! Mas q liiindo tudo isso!!!

Guias, atendimento e serviços oferecidos: os melhores guias do Brasil??? Mentira... Lugar nenhum do mundo tem caras tão profissionais, prestativos e solícitos!!! Melhores guias de turismo de aventura, que não perdem pra ngm de lugar nenhum do mundo!!! Nada se compara!!!! A presteza de todos já começa com a venda da passagem, e isso inclui vocês!!! E é assim q as coisas fluem!!! Qualquer probleminha que ocorra é resolvido sem que ngm nem perceba q era um problema!!!

Exemplo: nosso mamute virou uma das patas...Ops!! A roda da frente, ou eixo (não sei mto disso) virou inteira!! Mas a gente tinha o Daniel/Sid no comando, e como excelente piloto q é, segurou o volante e levou o caminhão pra um monte de terra, impedindo q o mesmo tombasse!! Isso há 12 km de Ponte Alta, última cidade do roteiro, onde ainda havia a parada pra coxinha de frango (pra mim uma pizza vegetariana, por gentileza!). A agilidade, bom humor e eficiência com que a equipe resolveu o problema foi de tirar o chapéu (que velha essa expressão!)... Foi de primeira!!! Enqto uma parte ligava pro resgate, a outra parte nos distraía, servindo água, lanchinho e cantando música! E em menos de 40 min lá estávamos nós, sentadinhos na lanchonete da Renata, nos esbaldando com uma coca-cola gelada, chocolate, pizza, salgadinhos, picolé de buriti e mta conversa!!

Ah, mas eu pulei a parte das refeições... Fala sério!!! Pra uma vegetariana desnaturada como eu, q não gosta de salada (só arroz, feijão, ovo e macarrão), foi um suuuper presente, comer todas akelas comidas caprichadíssimas (risoto, macarronada, saladinhas decoradas que abriram o apetite, sobremesas, cafés da manhã dignos de bufês!!) Tdo gostoso demais da conta!!! Uma agradabilíssima surpresa, um grande presente!!

E a preservação ambiental??? Eu sou meio natureba (não eco-chata nem xiita) e foi uma grande satisfação acompanhar tudo isso... Separação do lixo para reciclagem, caixa-bomba (viximaria!!), kit-sertanejo e até a idéia do Sid, q ele irá patentear (arrancar uma moitinha de mato, fazer as necessidades dentro do buraco q fica, colocar a moitinha de volta e tacar terra em cima!! Quer adubo melhor??? No repeteco do próximo ano, se brincar já nasceu um pé de buriti...ahahahahahahahahahahah)

Meus queridos amigos (vcs me permitem??), eu me sentirei mto feliz se vcs tiverem aguentado ler este e-mail até o final!! Desculpem se os cansei, mas eu sou a pessoa mais empolgada do mundo pra falar, e tendo uma inspiração dessas então... É difícil me controlar!!! Mas de coração, valeu demaaaais por tudo isso! Eu sabia q seria maravilhoso, mas não imaginava q seria um sonho, q eu ficaria fora da órbita desse jeito!!!

Eu tô tão feliz, q meu maior desejo agora é compartilhar com tdas as pessoas q eu gosto toda essa alegria q eu tô sentindo... Até porque, é como disse o "Alex Supertramp", no filme Na Natureza Selvagem: "A felicidade só é plena quando é compartilhada"!!! Então esta é a minha forma de transmitir um pouquinho tudo de bom q eu tô sentindo!!

Valeu demais pela atenção, desculpem por eu ter me estendido tanto, e segue em anexo uma fotita na linda Cachoeira da Velha, com minhas saudações jalapônicas e todo o carinho do mundo!!!

Tudo de melhor pra vcs, um ótimo trabalho, e parabéns por terem a melhor equipe de turismo de aventura do Brasil: Massimo, Paulinho, André Luís (Bill), Otávio (Tato), Daniel (Sid), André (Quarqué) e Renato (Bauru), os lindos, maravilhosos e competentíssimos moços da 4 Elemetos!!!!

Abraços, muitas energias positivas, paz e luz!!

Valéria..."

Valéria Viana Barbosa

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"Olá,

Meu nome é Naiana, sou de Curitiba-PR e visitei o Jalapão na primeira semana de julho de 2007 fazendo a expedição com a 4 elementos.

Escrevo para declarar que estou maravilhada com a magia daquele lugar composto de belas paisagens, e da mais pura essência da natureza. A viagem foi um verdadeiro espetáculo, sendo cada minuto uma cena e os artistas principais: o sol nascendo cor de rosa e se pondo vermelho rubi, as noites de céu sempre estrelado repleto de estrelas cadentes guiadas pelo cruzeiro do sul, a lua esplendorosa nascendo cada vez com um figurino diferente, os pássaros voando, animais silvestres aparecendo, o ar simplesmente cheiroso, as montanhas, as dunas, a vegetação, a terra cheia de energia, no rio as praias paradisíacas dos acampamentos, a força das cachoeiras, o rio de água potável e cristalina que me pareceu estar fazendo rafting sobre um aquário absolutamente transparente com corredeiras alucinantes.

Bem, e nos bastidores, a equipe que viabilizava tudo: os guias, que temperavam sua competência técnica com a alma, com brilho no olhar, o carinho com a comunidade local, a programação perfeita, sem contar os jantares inacreditáveis.

E por vezes cenário, por vezes figurantes do elenco, lá estavam os moradores dos vilarejos do Jalapão, com os quais pudemos conviver muito pouco, pessoas completamente carentes, não só de informação e recursos, mas também carentes de vida, de perspectivas... A estagnação do pensamento hegemônico de conformismo foi carimbada no coração dessas pessoas, seja pelos meios de comunicação de massa, pelas instituições políticas e religiosas ou pela pobreza dolorida mesmo. Passando por lá, certamente levamos conosco um pouco do nosso Brasil e deixamos recursos que favorecem essa população. Mas ao visitar o Jalapão, se puder, sorria dentro dos olhos dessas pessoas, brinque com as crianças, ensine alguma coisa a alguém, aprenda algo com alguém, troque energia, ofereça uma palavra que alimente qualquer movimento de transformação, não fique só platéia, entre no palco, interaja com os artistas da natureza e com cada detalhe do cenário... E assim vamos participando para quem sabe um dia o caminho dessas pessoas brilhar como o Capim Dourado podendo exercer o direito de sentir, pensar e agir com liberdade!

Se você ainda não foi pro Jalapão, vá! Leve apenas o necessário, permita que a natureza vibre a harmonia em você, abra seu coração para aventura, para a beleza dos lugares e para as pessoas maravilhosas que certamente estarão contigo nessa trip!

Boa viagem !..."

Rose Naiana Bossle

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"Minhas férias já estavam acabando... Mas eu ainda não me sentia descansada, desligada, desencanada o bastante... Portanto, procurei a Venturas para ver o que tinham para me oferecer. Aí então resolvi passar minha última semana de férias no Jalapão, sem saber ao certo o que encontraria por lá... Gosto de surpresas... Não sou muito de ficar lendo roteiros, vendo fotos e lendo relatos antes de ir para um lugar desconhecido. Basta a opinião de alguém que eu confie dizendo que vale a pena... que eu vou!

Sábado cheguei em Palmas e já gostei logo no primeiro momento... Quando subi no Carcarodon... (ai, que sudade!). A partir dali foi só alegria e surpresas. Uma melhor que a outra. Tive a sorte de cair com um grupo de pessoas completamente diferentes, mas com algumas coisas em comum: descontração e alto astral! As piadas já começaram ali... e não pararam mais!

O roteiro foi impecavelmente montado. Vai tudo ficando cada vez melhor e melhor, até que chega ao êxtase... E aí... Ai jisus... Vou churaire... Aí é uma tristeza só... Porque acaba...

O sofrimento foi tanto, que não teve jeito... Chutei o pau da barraca... Liguei para São Paulo comunicando... ""Sinto muito, minhas férias terão de ser prorrogadas por motivos de força maior!"" E aí foi só alegria, porque eu fiz tudinho de novo!!!

Mas senti tanta falta de Antonia... Uma Patrícia muito querida que conheci! Fiquei a churaire muito! A turma da segunda semana foi super bacana também!!!

Resultado, conheci um monte de gente legal, voltei com a calça e a blusa mais cheia de bolinhas da história da Expedição. Batizei umas duas corredeiras e espero ter garantido uma vaga de estagiária no ano que vem!

Um beijão para todos, especialmente para os melhores guias das duas semanas que lá estive, os 4 elementos!

Sudade,

Maria ;)..."

Luciana Barreira

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""Como todas as pessoas que vivem e convivem com o estresse das grandes cidades, e só têm uma semana de férias, escolhi criteriosamente para onde iria. Uma coisa era certa: seria uma viagem de ecoturismo. Outra: gostaria do maior isolamento possível, então o Jalapão seria o local perfeito. Embarcamos, eu e minha amiga Sílvia, para Palmas, onde encontraríamos todo o grupo e, é claro, nossos guias. Na chegada, o primeiro impacto foi o calor de 42 graus marcados no termômetro. De resto, nada de diferente. Então fomos levados de microônibus até a base da 4Elementos, agência local responsável pela viagem. Trocamos de roupa, conhecemos nosso meio de transporte terrestre, o Carcharodon (um caminhão Magirus do Corpo de Bombeiros adaptado), e fomos almoçar no ""shopping center"" de Palmas, nada diferente para uma paulistana...

Após o almoço, iniciamos nossa viagem através do Jalapão. Nossa primeira parada foi no mirante da Serra do Gorgulho e, a partir daí, pude vislumbrar que, mais que sossego e isolamento, eu estava entrando numas das mais belas, exóticas e magníficas paisagens que jamais havia visto! Não foi à toa que lá filmaram Deus é brasileiro. Ele é mesmo, e se ""aposentou"" por lá, assim pode sentar e apreciar sua obra!!!

Passamos a primeira noite na Pousada do Holandês, situada em uma espécie de colina com visão de 360 graus. Para subir você reza, mas chegar lá em cima, e assistir de camarote o pôr-do-sol, te faz esquercer rapidinho da subida. Após o jantar, bem caseiro e delicioso, nossos guias, o Beto, o Vicente, o Josi e o Arrupiado, além do Sr. Manuel, nosso motorista, deram as primeiras instruções da nossa viagem: as barracas seriam armadas e desarmadas por nós; os colchões infláveis, inflados e desinflados por nós; o jantar preparado pelo Beto e pelo Josi, mas com nossa ajuda. Recebemos instruções para a preparação da bagagem que iríamos levar no rafting também, pois há limitação de espaço, e uma série de outras coisas importantes. Entre elas, a informação de que o Carcharodon tem um telefone por satélite, mas para ser usado apenas em casos de extrema urgência. Isso significava vários dias sem telefone, justamente o que eu buscava!

Na manhã seguinte acordamos bem cedo para assistir ao nascer do sol. Nem preciso dizer que foi maravilhoso! Além de nós, só se ouvia o som da natureza. Partimos bem cedo rumo à entrada do Jalapa. Ah! Esqueci de dizer que fazia parte da equipe o UB, um cãozinho Cocker de 13 anos, que nos acompanhou do início ao fim, inclusive no rafting. Paramos para um banho de rio (ninguém merece aquele calor!) no rio do Sono, uma delícia! Fomos em direção à cachoeira do Formiga, outra delícia, e de lá para o camping do Vicente, nossa primeira experiência com a infra-estrutura dos próximos dias. Jantamos um maravilhoso churrasco e ficamos jogando conversa fora ao redor da fogueira, atividade indispensável dali por diante. À noite, a temperatura caía bastante, por volta de 20 graus, ficando um friozinho gostoso.

No dia seguinte partimos em direção ao rio Novo, onde iniciaríamos o rafting. Antes, porém, paramos no Fervedouro, uma nascente de rio onde a força da água não deixa você afundar e enche seu maiô de areia, que pode ser tirada logo em frente, num riachinho de água bem cristalina. A próxima parada seria numa vila chamada Mumbucas, um antigo quilombo matriarcal, onde é feito o artesanato com o capim dourado. Fomos recebidos pelas crianças, que cantam e nos esperam com alegria. Conhecemos toda a vila, almoçamos na casa da Tonha e de lá nossa próxima parada seria nas dunas, onde o sol se põe cor-de-rosa, indescritível!!! Em toda esta travessia existia um contraste de cores e paisagens que, se não tivesse visto, acharia que era mentira! A estrada é de areia, a paisagem muda de agreste para chapada e depois para dunas, lagoas, que mais parecem oásis perdidos no meio do deserto. Como pode haver algo tão maravilhoso assim?

Após o pôr-do-sol nas dunas, fomos para o nosso acampamento, na última noite de terra firme. Acima do caminhão, o céu era só estrelas... Tínhamos nossa rotina todas as noites: esvaziar o caminhão e depois os botes, as bagagens, iniciar a montagem do acampamento, ajudar no preparo do jantar e em seguida tomar banho, que pela primeira vez seria no rio Novo. A principio, parecia totalmente rude, mas foi só impressão, pois não existe nada mais legal do que tomar banho de rio olhando o céu cheinho de estrelas, numa água cuja temperatura não varia, fica sempre em torno de 25 graus. Então, durante o dia, a água é ótima porque o sol é de arrasar, e à noite é quentinha, pois a temperatura do ambiente cai para 16 a 20 graus.

Um lance importante é usar com cuidado sabonete, xampu e condicionador, pois a água em que se toma banho é a mesma que vai ser usada para o preparo da comida e ingerida por todos, ou seja, você tem o privilégio de tomar banho com água mineral!!! Nesta noite seríamos apresentados à caixa bomba! Este mecanismo é uma privada química onde depositaríamos nossos resíduos sólidos, o difícil era separar sólidos de líquidos!?! Todos ficamos tímidos na nossa primeira vez. Depois, usar a caixa bomba tornou-se um hábito compartilhado com todos: que fique bem claro que o momento era privativo, mas de conhecimento geral!

De manhã, após o café, partimos para nossa descida pelo rio. Uma aventura segura, mas emocionante: descer o rio é incrível!! Parávamos sempre antes do escurecer para armar acampamento e, depois do jantar, muitas histórias em torno da fogueira. São três noites maravilhosas, comida excelente, cardápio balanceado e com requinte de hotel cinco estrelas. A interação do grupo era maravilhosa. Todo mundo colaborava ao seu modo, ninguém de mal-humor ou discordando, e os guias são extremamente bem treinados para coordenar a expedição, sem estresse e com preparo para te atender sempre da melhor forma, colocando limites e demonstrando que o turismo não-predatório é a melhor maneira de se conhecer um lugar. Havia um baú com todo tipo de medicação para qualquer emergência, e olha que disso eu entendo, pois sou intensivista.

O último dia de rafting é o mais emocionante em termos de aventura. Paramos para ver a Cachoeira da Velha, uma queda dágua volumosa aonde vamos de bote e entramos por trás dela. Ninguém imagina o que é estar atrás de uma queda daquelas e sentir os respingos no rosto - só estando lá para saber! Na seqüência, teríamos doze minutos de descida por águas agitadas, ininterruptas. Não há como descrever tamanha emoção! Retornamos então para o nosso meio de transporte terrestre, e voltamos em sentido a Palmas, de onde, no dia seguinte, infelizmente, voltaríamos cada um ao seu ponto de partida. Passamos a última noite num hotel fazenda, já com cara de civilização.

Se eu achei alguma coisa ruim? Não. Nem as picadas de butucas, e olha que no final quase não se via área livre no meu corpo sem que tivesse uma picada! No Jalapão existe um contraste de paisagens que torna impossível para àquele que curte o contato com a natureza e a simplicidade, não gostar. O que eu trouxe de lá? Além dos oito rolos de filme, o ensinamento de que não é preciso muito para se viver bem e feliz."..."

Paula Venturini

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"Quem estiver pensando em participar dessa expedição, prepare-se para o melhor e... o pior.

Nosso grupo foi privilegiado, ao invés de 4, tivemos 5 elementos, que nos recepcionaram e conduziram pelas estradas e rios do Jalapão. Dos ""montonais"" de lembranças que vou guardar ficam os jantares imbatíveis do chef Beto, o grupo reunido na ""cozinha"" do acampamento, deixando de lado a sala de estar (a fogueira), para ficar mais perto dos 4 e bisbilhotar enquanto preparavam o rango; a força do meu salva-vidas Mauro, ao me colocar para dentro do bote na corredeira; a voz forte do Beto ""frente forte"", enquanto nos oferecia, com toda sua experiência, um ""impagável"" espetáculo diante da queda dágua da Cachoeira da Velha (veja a foto); a imagem do Vicente, nosso remador solitário, conduzindo sozinho o bote ""cargueiro"" com seus remos enormes; o bom humor, a simpatia e a disciplina do Juneca, explicando o funcionamento da ""caixa bomba"" ou repassando baixinho a seqüência das atividades do dia que começava e, finalmente, a simpatia do seu Manoel, braço direito dos nossos ""monitores"".

Vai ser impossível também esquecer o Carcharodon, o ""ônibus"" mais confortável daquelas paragens, com água gelada à bordo, vista panorâmica (quando andar em cima do veículo, escolha sempre o lado direito - o Fernando que o diga!!!) e a melhor trilha sonora do Tocantins.

MAS é claro que essa equipe, sem o ""melhor grupo da segunda semana de julho"", não seria nada. Chegamos ligados, e ao final do segundo dia estávamos quase todos enloucados: dia, hora, o que fizéramos no dia precedente ou no anterior... mínima idéia... o tempo cronológico desapareceu junto com o espelho, o chuveiro, o banheiro convencional e, no meu caso, até o pente de cabelo. Muito banho de rio, praias deslumbrantes, céu coalhado de estrelas, paisagens inusitadas, surpreendentes (segure seu queixo nas dunas, e prepare-se para dizer ""Deus existe"" atrás da queda d`água da Cachoeira da Velha)...

Fomos privilegiados, a sintonia imperou nessa aventura próxima de ""no limite"". O bote dos ""teen"" com a Catarina (princesa do Jalapão, filha da Ana Alice - a rainha), o Daniel e a Nina, discretos, silenciosos, mas sempre atentos e prontos para colaborar com todos, e a Ana (a musa do Jalapão), e o bote dos ""têm"" - mais de 30 de INPS - no dizer do monitor, chef e guru de plantão Beto. Ah...!!! essa é que foi uma tripulação seleta: a Célia, raftera com currículo de rios de fazer inveja aos ""monitores"" e nossa arara de plantão e a Claudia - irmã da Célia - a mais bela e charmosa recém aposentada com sua alegria, espontaneidade e excelente repertório de piadas, o Fernando (intruso, com menos de 30) e seus cálculos de probabilidade do ""pior que pode acontecer"": cuidado, nas bananeiras do fervedouro pode haver uma cobra te esperando!!!!!, e, finalmente, euzinha, também conhecida como Dorothy, embalada pelo coro ""continue a remar"" nas águas do Rio Novo ou ""continue a nadar"" nas corredeiras.

Até aqui foi o bom, agora vamos ao ruim. Ruim mesmo foi no final do sexto dia, deixar para trás o Carcharodon, os 5 elementos e aquele lugar que, por um breve momento, também foi meu. Voltei para São Paulo, com muitas lembranças e causos para contar e encantar os que ainda não conheceram esse paraíso... mas que já estão morrendo de vontade de ir.

Ah!!! Quando encontrar o Beto diga que ouviu falar muito bem dessa excursão, que leu que os monitores são ótimos e que o ônibus super confortável. Afinal, começar com um elogio sempre faz bem......"

Regina Venâncio

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"Primeiramente, obrigado pela sugestão do Jalapão. Foi uma viagem impressionante e valeu cada centavo pago. Tive ainda a grande sorte de viajar com um grupo que, em termos de descontração e alegria, foi, de longe, o melhor. Conheci também a Luciana, uma figura, e uma pessoa nota 10. Demos muitas risadas juntos.

Parabéns também pelo atendimento efetivo que tive por parte da Íris e da Paula. Sabiam o que estavam vendendo, responderam todas as minhas 12 milhões de perguntas sem hesitar. Nota 10.

Parabéns à 4Elementos pela preocupação com a preservação, em não deixar nada além de saudades, em não levar nada além de fotos, em não matar nada além do tempo. A consciencia de preservação demonstrada é um exemplo a ser seguido e, se todos nós fizermos a nossa parte como é feita por eles, com certeza teremos um mundo melhor.

É isso aí! Mais uma vez, parabéns pelos seus serviços, que ficam cada vez melhores.

Grande abraço!..."

Fabiano Tomoda

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""Ubérrimo rincão de platôs, encostas, planícies e veredas. Na serra da igreja há um imenso portal de pedras que a natureza talhou em forma de catedral. Bem isolada e decantada no chão do cerrado a serra da Jalapinha se destaca formando um grande tabuleiro. Implacável ação dos ventos e chuvas, erodiram as encostas de arenito da serra do Espírito Santo, formando as dunas alaranjadas, maior beleza regional. No chão do cerrado há um exótico chapéu de pedra parecido com funil - Morro do Sacatrapo. Avistei a Serra do Gorgulho, ruínas de castelos medievais. Minas, córregos, ribeirões, lagoas e veredas, quanta água há no sertão! Vi o Fervedouro aninhado entre as bananeiras. A lagoa escondida, vidraça do céu, um santuário de capim dourado que alimenta o sonho de irredentos habitantes de Mumbuca. Meus olhos assistiram alvoreceres e crepúsculos, os quais pintavam o céu a cada instante. Num deste amanhecer de luz na Pousada do Holândes, um botão de ouro aflorou por detrás do morro e flertou a dama prateada e quase cheia, que saía sorrateira do baile com as estrelas. Nos botes da expedição do Juneca, Vicente e Betão e todos nós com os remos nas mãos e muita determinação vencemos algumas corredeiras, tais como: Até que enfim, Coice de anta, Axion e a mais nervosa e técnica denominada pelos guias de ""Êxtase"", à jusante da mini foz do Iguaçu - Cachoeira da Velha. De remanso em remanso acampavamos nas praias a esperar mais um dia de rafting. Serpenteando rio abaixo pelas matas ciliares pude contemplar: buritis, buritiranas, jenipapo, jatobás, capitão-do-mato e sangras dágua. Pelo ar éramos patrulhados pelas esquadrilhas aladas de araras coloridas, tucanos narigudos, socós de pescoço longo e curicacas tagarelas. Vimos também o endêmico e raro pato-penacho nadando em contra-fluxo a procura de lambaris nas locas do Rio Novo. Assim finda a expedição, onde tocamos às águas deste sertão, e nossos olhos fitaram com muita emoção o ubérrimo Jalapão!"..."

Carlos R. Ribeiro

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"Estou escrevendo para dar um retorno a respeito da viagem que fiz para o Jalapão através da Venturas e da 4 Elementos na semana de 19/06 à 25/06. Gostaria de dar os parabéns a todos os envolvidos. Tudo funcionou de forma impressionante: reservas, acomodações, refeições, expedição e etc. Mesmo comprando as passagens na última hora, tudo foi resolvido sem problemas. Cabe aqui um parabéns especial para o pessoal da 4 Elementos. Todos mostraram bons conhecimentos a respeito do local, uma ótima integração com as comunidades (principalmente a do Capim Dourado), uma grande consciência ecológica, bom humor, experiência em rafting e uma logística impecável de alimentação, equipamentos e fotos. Nunca fui adepto de viagens com agências e sempre fiz os próprios roteiros, sendo assim, fiquei surpreendido com os serviços prestados e com o tipo de viagem que vocês conseguiram montar para pessoas que não gostam de turismo convencional. Obrigado e até a próxima!..."

André do Sacramento Barbosa


Videos da "Expedição Jalapão"

Curta - Temporada Jalapão 2011

Curta - Temporada Jalapão 2012

Completo - Temporada Jalapão 2011


Fotos do Jalapão

Jalapão Jalapão Jalapão
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Jalapão

Mapa da "Expedição Jalapão"

Mapa Jalapão

A Venturas é uma operadora de turismo que completou 20 anos de mercado.

O conhecimento nos destinos que trabalhamos vem sendo moldado ao longo destes anos devido a nossa maior especialidade: Dedicar atenção e cuidado a cada um dos feedbacks que recebemos dos clientes, pois acreditamos que esta seja a melhor maneira para exercitarmos o aprimoramento constante dos nossos serviços.

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